Tekilla | Álbum “Olhos de Vidro” já disponível

Foto: Francisco Gomes

“Olhos de Vidro” é o novo e quarto disco de estúdio de Tekilla.

Já disponível em todas as plataformas de streaming, o álbum tem produção de Fred Ferreira e as participações especiais de Amaura, Ana Semedo, Dino D’Santiago, Papillon, Sara Soulfull e August Bernard.

O artista preparou para este disco, juntamente com o videógrafo Francisco Gomes, um visual álbum, oferecendo vídeos para as 15 faixas que compõem este trabalho de estúdio, divulgado no seu canal oficial de YouTube.

Ao longo dos anos, Francisco Gomes foi registando em vídeo, diversos momentos do quotidiano de Telmo Galeano (Tekilla), no triângulo em que se move, na música, no skate e na moda, e que deram origem aos clipes de todos os temas que fazem parte do disco “Olhos de Vidro”. 

Este álbum marca o regresso de Tekilla às edições discográficas, a primeira em quase uma década, e que faz uma retrospetiva musical que começa com a sua primeira mixtape em 1995 até aos dias de hoje.

“A busca por novos caminhos neste trabalho foi um processo que exigiu tempo, com produção de Fred Ferreira (Orelha Negra, Buraka Som Sistema, Banda do Mar), e que conseguiu juntar velhos conhecidos como Dino D’Santiago, Ana Semedo mas também sangue novo, como Papillon, Amaura, Sara Soulfull, August Bernard.”, lê-se em nota de divulgação.

Este é um disco que já não é só Hip Hop, bebe das influências lusófonas de Tekilla, com raízes em Angola e que explora a Afro Pop, a Soul, a R&B, e ainda cruza gerações diferentes do Hip Hop, pondo lado a lado a nova e a velha escola. Com edição pela mítica editora britânica BBE, que conta no seu catálogo com artistas como J Dilla, Will I Am, Madlib, “Olhos de Vidro”  reflete as quatro décadas de vida de Tekilla e do universo que desde jovem tem vindo a criar, o mundo que idealizou, que nos anos 90 estava ainda por existir, na música, no Hip Hop, na Moda, no Skate e em tantas outras áreas da criatividade e das artes.

Segundo Tekilla,“Olhos de Vidro é um álbum maduro, adulto e intemporal, não sei se vão perceber já o disco, mas certamente que no futuro sim. Este não é um disco feito por alguém que faz música para hoje, eu faço música para sempre, é o meu legado. A minha finalidade é expor o ontem, o hoje e o amanhã através da música, respeitar os que deram e continuam a dar tudo o que têm a este movimento, homenagear os pioneiros, mas também inovar. Se ouvirem este disco, espero que absorvam não apenas a mensagem mas também a sua diversidade, a busca por novas sonoridades, e acima de tudo a raiz desta cultura.”, refere.

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