MIRZA Lauchand estreia-se a solo com single “Far Away”

MIRZA Lauchand que está a preparar o seu primeiro projecto a solo, um EP, batizado de “Híbrido Vol.1”, com edição prevista para o último trimestre deste ano, revelou-se ao mundo hoje, 13 de Julho, com o single e vídeo de estreia Far Away”.

O músico moçambicano tem em si o porte de uma musicalidade que nunca se esgota na simplicidade (por vezes banalidade) da lírica, mas que se enche por intermédio de melodias muito cosmopolitas, intensas, dolorosamente verdadeiras. 

“Far Away parece um oceano grande em que as ondas da maré baixa nos agitam ao sabor daquela relação corrompida”, refere nota divulgada. 

“A voz de MIRZA Lauchand é uma casa cheia de salas pequenas onde todos nós já estivemos um dia. A honestidade da sua verdade – tão crua e tão nua como aquilo que nos conta – é um buraco aberto no estômago, no mesmo lugar onde deviam ainda estar aquelas borboletas, de outro tempo”, lê-se. 

A reminiscência a Marvin Gaye, a contemporaneidade de Tank ou a irreverência de James Brown estão presentes em Far Away, e também em outros temas de MIRZA Lauchand, que em breve serão revelados. 

“Não se pense contudo que Lauchand aparece do nada como se se tratasse de uma estrela cadente. Encontrou a espiritualidade em Gospel Collective quase dez anos depois, o conjunto de gospel onde a potencialidade da sua voz é um estandarte de bandeira sempre hasteada”.

Já nos corredores da faculdade não parava de cantar e uma colega disse-lhe que iam acontecer audições. Foi fácil! No teste, cantou uma música quase desconhecida do reality show da MTV “Making the Band” e não tardou a que tivesse ganho acesso directo a um mundo novo. No fundo, tinham-se escolhido um ao outro.

Ali, MIRZA Lauchand, reencontrou a música negra que deixou em terras africanas, o sonho e o caminho certo. Passou a olhar nos olhos de plateias cheias em palcos como Cinema São Jorge, CCB ou Aula Magna. Ou em festivais como Rock in Rio, Belém Art Fest ou ainda na Bélgica, no Festival de Gent.

A bênção do gospel também lhe deu novas sensações, quando se juntou em 2012 aos Soul Gospel e com eles fizeram o musical ‘Oh Happy Days’ no Teatro Villaret, em Lisboa.

A caminhada fez-se ainda com microfones ao lado de Bernardo Sassetti, Dengaz, L1NK, Legendary Tigerman, NBC, Matay ou com Selma Uamusse.

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